A. F. T. Quanto à carta da Ivone Silva, 23/Abril, reparei em muitas críticas negativas ao comentário da senhora, no site online do Diário. Não entendo porque é que as pessoas ficam tão ofendidas com um assunto destes. Eu tenho animais de estimação em casa e sei que gosto de animais e faço o meu dever. Quanto a isso, tenho a consciência tranquila, por muito que digam o contrário. Mas entendo perfeitamente o comentário desta senhora. Cada macaco no seu galho! As pessoas têm que saber viver em sociedade, e viver em sociedade não é permitir uma anarquia à nossa volta, quer seja de animais quer seja de humanos. Eu sei de um edifício com mais de 60 frações que existe o mesmo problema. GATOS SOLTOS VADIOS! São mais de 20 a vaguear, a cagar, a mijar, a riscar carros com as garras, a morrerem dentro dos motores dos carros, a serem atropelados por estarem a dormir debaixo dos carros, a sujarem os motores com quantidades de pelo, a fazerem barulho noite-e-dia, a conspurcarem todo o edifício com restos de comer, a por os cães a ladrar todas as noites por passearem em frente deles, muito ao seu estilo felino, e muito mais do que possam imaginar. E não queiram saber quanto a matilha da nazaré se cruza com a dita gataria… Isto tudo graças a 2 ou 3 pessoas desequilibradas que têm um "amor psicótico" pelos bichos ao ponto de não pensarem noutra coisa, o dia inteiro, senão andar a volta deles a deitar restos de comer pelos cantos e a acariciar-lhes o pelo. É tão caótico, que chega a ser uma atitude estranha e doentia. (...)