Gilberto Sousa Venho por este meio mencionar uma situação que parece não ter fim, sendo que, por mais tentativas de alerta via tribunal, com os comprovativos de incumprimento por parte da mãe que são registados pelos actos da policia que chamo sempre por 9 vezes. Neste momento estou novamente a 18 dias sem conviver com meu filho e nem a escola a 10 dias o miúdo vai para evitar mesmo que entre em contacto, falei com procurador do tribunal de menores de família a mencionar que não conseguia estar com o miúdo nos dias estabelecidos na acta do tribunal como também não sabia do paradeiro do meu filho visto que sempre que ia a casa da mãe batia e ninguém estava em casa ou outro familiar vinha dizer que mãe não estava nem meu filho. Alertei o também para a situação da mãe que esta se encontra de baixa psiquiátrica a 6 meses como também mencionar que a mesmo além destas baixas psiquiátricas tem outras baixas de doenças naturais que vem desde Agosto. Neste momento estou a entrar em pânico por nada poder fazer visto que a entidade responsável não me pode ajudar e pensar nos danos psicológicos do miúdo, deve estar a passar por parte da pressão da mãe, esta que o deixa em casa com a avó, que tem mais de 70 anos sem capacidade para cuidar do miúdo, para a mãe e seus familiares mais próximo virem para o Café e ainda rirem quando passo. Que será que é preciso para ter direito a viver uma vida normal com meu filho? Será que os factos de incumprimento e já uma tentativa da mãe em Setembro para Londres sendo bloqueada no SEF no Porto e ainda tendo a colaboração do seu pai e de um médico que para a filha continuar no Porto arranjou Atestado medico medico a dizer que estava doente na Madeira, agressão a mão armada por parte do pai e da tia paterna da mãe, agressão da mãe ao miúdo e culpar o pai, já não é motivo para ver que esta mãe não está bem? Todos estes factos estão registados pela PSP, SEF e Segurança Social. Será difícil o Tribunal de Família solicitar todos os documentos para analisar?