Diogo Pedrosa Kim Jong-un, o homem do momento, o irreverente e obscuro líder norte-coreano, surpreendeu, há dias, o mundo, ao dar ordens para que fossem colocados misseis devidamente direccionados tendo como alvos, ilhas norte americanas e, claro está, a Coreia do Sul. Foi tão inesperado e assustador que o mundo estremeceu ao perceber que os misseis estavam preparados para causar estragos irreparáveis a qualquer momento e se havia milhões de pessoas que não sabiam correctamente o nome do senhor da guerra, agora já o sabe. Um cartão-de-visita muito pouco simpático, condizente com um país enclausurado e amarrado à escuridão do desconhecido, em nada igual à vizinha coreia. Por outro lado e quase em jeito de desprezo, os sul-coreanos vibraram, por estes dias, mais uma vez, com o seu show-man, Psy. No estádio de futebol de Seul, estiveram cerca de 50 mil fãs, eufóricos e em êxtase, para ouvir a nova música do seu ídolo, e aparentemente nada preocupados com os recentes desenvolvimentos na vizinha do norte. Nas plataformas da internet o concerto já foi visto por milhões de fãs e espera-se que esta nova música leve à loucura um pouco à semelhança do que aconteceu com a tão famosa Gangnam Style. Dois coreanos, dois excêntricos, é caso para dizer: As Coreias andam loucas.