Leitor identificado Na semana da Páscoa, de 25 a 31 do mês de março, minha avó materna visitou a Ilha da Madeira para conhecer o seu bisneto. Minha avó teve a companhia dos meus tios e primo que viajaram com ela da Venezuela. No dia 28 de março estiveram na minha casa para jantar, tendo estado presente toda a família. Pelas vinte e três horas meus tios, primo e avó voltariam para a casa da minha mãe, no Funchal. No entanto, minha avó que tem uma idade avançada, torceu o pé já na rua, junto ao carro que ia fazer a viagem, e caiu sobre o braço. Minha tia, que é médica, suspeitou que o braço pudesse estar partido. Perante este cenário, liguei imediatamente para o 112 para pedir uma ambulância. A mesma chegou à minha casa passados sete minutos. Acompanhei minha avó na ambulância, já que minha tia não fala português. Chegados ao hospital, foi-me informado que sendo minha avó estrangeira, teria de fazer o pagamento dos tratamentos que seriam realizados. Minha tia concordou com esta situação. Os tratamentos foram: radiografia, ligaduras e uma injeção. Apesar de minha avó ter fraturado o braço, o osso estava na posição correta e o lugar onde ocorreu a fratura só era necessário imobilizar o braço. Foi cobrado à minha tia por estes simples tratamentos 500€. Como as ligaduras foram mal colocadas, minha tia dirigiu-se ao Funchal no dia 30 de março para comprar, numa loja de aparelhos ortopédicos, um suporte melhor para imobilizar o braço de forma correta, que custou apenas 40€ e proporcionou mais segurança e conforto à minha avó. No dia 4 de abril, o serviço de ambulâncias telefonou-me a informar que falta liquidar uma conta de 150€ por ter transportado (e saliento que apenas foi feito transporte, porque de resto os paramédicos nada mais fizeram) minha avó ao hospital. Meus senhores do serviço regional de saúde, tenham vergonha na cara e não continuem a tratar os turistas que visitam a Ilha da Madeiras desta forma. O hospital por um lado não tem o equipamento essencial, faz mal o serviço e ainda cobra 500€ por material que podemos comprar numa farmácia por muito menos. Serviço de ambulâncias que apesar de ter sido rápido, não fez rigorosamente nada a nível de tratamento, e quer cobrar 150€ para ter gasóleo para o mês inteiro. É desta forma que os "nossos" turistas nunca mais voltam e quem sofre somos todos nós.