Roberto Silva Poderíamos perguntar: convivemos de facto ou coexistimos?

Neste quotidiano a 100 e mais Km/h, somos gente ou pelo contrário, pessoas?

Agimos pensando, ou primeiro agimos e então depois pensamos?

Não seria mais razoável, parar, nem que fosse uma vez por ano, e pensar, simplesmente pensar!

Dar uma oportunidade a todos, sem exceção para, PENSAR!

Uma sociedade que não pensa, QUE NÃO PÁRA PARA PENSAR (o dinheiro assumiu-se como o valor supremo), é uma sociedade desprovida de sentido, amorfa, vazia, "desqualificada".