José Viale Moutinho Ante a funesta notícia, a memória das palavras de um Homem que devolveu a cidadania ao Povo da Venezuela: «Para mim a morte não existe. Assim que não me importa falar nela ou sentir que passa próxima, porque na verdade não existe.» Isto quer dizer que ficam as grandes linhas do trabalho político operado por Hugo Chavez ao longo da sua firme e corajosa liderança, as suas novas perspectivas para uma Pátria que não só é dos concidadãos de Simón Bolivar como de milhares de Madeirenses, que lá foram encontrar meios de subsistência e fortuna não alcançáveis na pátria madrasta. Chavez tinha respeito pelos madeirenses, Chavez era um revolucionário integro a nível politico, económico, social e ideológico. Ele tinha a noção clara de que era sua responsabilidade cívica bolivariana em estender a mão aos cidadãos mais desfavorecidos desse grande país que é a Venezuela. Respeite-se a sua memória, que é bem merecedora.