Maria de Nóbrega Vivo no Bairro de Santo Amaro, mais precisamente no Conjunto Habitacional Santo Amaro V, no concelho do Funchal, como inquilina do IHM - Investimentos Habitacionais da Madeira. é lamentável que numa zona onde reside tanta gente, se verifique tanta falta de civismo e uma grande ocorrência de situações de vandalismo. Multiplicam-se diariamente as provocações pessoais e as perturbações, e nota-se que muitos doa atuais moradores neste complexo habitacional não foram minimamente formados e preparados para viver num apartamento, com tudo quanto implica conviver e utilizar espaços e equipamentos comuns, como é o caso do campo de jogos, palco de frequentes zaragatas e de desentendimentos, de dia e de noite, sem que se tenha em linha de conta que há pessoas a viver na zona circundante e que necessitam de paz e sossego. Os moradores estão fartos de situações de desacatos, desordens, violência, desrespeito e vandalismo. No fundo, e na minha humilde opinião, trata-se de um problema de civilidade e de educação para a cidadania. Acho que quem governa deveria dedicar um maior cuidado e atenção à educação e formação das pessoas a quem é atribuída uma habitação social. Nesta carta rogo que resolvam a minha situação de habítação. Chega de me chantagearem e humilharem na minha porta, preciso que arranjem alternativa para o meu problema, não consigo viver em bairros, necessito de uma casinha individual. Sou uma senhora já madura e preciso de paz e sossego. Os serviços sociais do IHM precisam de trabalhar mais na educação de quem recebe uma habitação social. Há que educar muito mais e melhor para os deveres da cidadania. Também a Mota Engil, deu esta habitação a pessoas desalojadas do 20 de fevereiro, sem educação, sem respeito, constantemente fazem distúrbios, dia e de noite e precisam de tratamento, não mereciam ter recebido esta habitação.