Sócrates regressou e instaurou, na vida política portuguesa, não só o desassossego, mas também a já tão citada a ridicularizada palavra "narrativa". O ex-primeiro ministro quis sobrepor a sua narrativa às demais para explicar, desculpar, argumentar, teorizar, criticar, arrasar e tantos outros verbos a que deitou a mão e a voz.
Independentemente da eficácia dos argumentos e do brilhantismo da retórica, o que Sócrates fez não foi mais do que usar da narrativa num país cansado da vã glória de mandar e farto de palavra vãs. Fartos, por exemplo, da narrativa do ministro das Finanças, sempre tão sustentada em gráficos, quadros, números, mas afinal com pés de barro e facilmente ultrapassada pela narrativa da realidade que é sempre mais forte do que o verbo que a conjuga e a palavra que a enuncia. Fartos da narrativa teimosa do actual primeiro-ministro, reveladora de um profundo desprezo pela verdadeira natureza da vida que constrói um país, tão mais próxima do coração do que dos mercados, tão mais humana do que qualquer ideologia programática. Fartos da narrativa insular, mergulhada numa miopia crescente de quem confunde a sua notória pequenez com verbos de grandeza que destoam perante quem os evoca e conjuga. Fartos da megalomania nervosa de quem, todos os dias, não se percebe ultrapassado e ridicularizado pela narrativa da miséria. De quem ainda julga ser possível atirar palavras aos olhos dos que já perderam a visão do mar. Sim, as narrativas assaltam-nos por todos os lados, como naufrágios, como combates que se perdem, como mapas sem pontos de fuga ou pontos cardeais. Falta, contudo, fazer uma narrativa maior, uma narrativa de coragem que nos arrebate e recupere esse fôlego capaz de fazer respirar outra vez com o corpo todo e a vontade inteira. De narrativas, diria o povo, se ainda tivesse forças, está o inferno cheio. Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue. Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
Independentemente da eficácia dos argumentos e do brilhantismo da retórica, o que Sócrates fez não foi mais do que usar da narrativa num país cansado da vã glória de mandar e farto de palavra vãs. Fartos, por exemplo, da narrativa do ministro das Finanças, sempre tão sustentada em gráficos, quadros, números, mas afinal com pés de barro e facilmente ultrapassada pela narrativa da realidade que é sempre mais forte do que o verbo que a conjuga e a palavra que a enuncia. Fartos da narrativa teimosa do actual primeiro-ministro, reveladora de um profundo desprezo pela verdadeira natureza da vida que constrói um país, tão mais próxima do coração do que dos mercados, tão mais humana do que qualquer ideologia programática. Fartos da narrativa insular, mergulhada numa miopia crescente de quem confunde a sua notória pequenez com verbos de grandeza que destoam perante quem os evoca e conjuga. Fartos da megalomania nervosa de quem, todos os dias, não se percebe ultrapassado e ridicularizado pela narrativa da miséria. De quem ainda julga ser possível atirar palavras aos olhos dos que já perderam a visão do mar. Sim, as narrativas assaltam-nos por todos os lados, como naufrágios, como combates que se perdem, como mapas sem pontos de fuga ou pontos cardeais. Falta, contudo, fazer uma narrativa maior, uma narrativa de coragem que nos arrebate e recupere esse fôlego capaz de fazer respirar outra vez com o corpo todo e a vontade inteira. De narrativas, diria o povo, se ainda tivesse forças, está o inferno cheio. Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue. Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
Independentemente da eficácia dos argumentos e do brilhantismo da retórica, o que Sócrates fez não foi mais do que usar da narrativa num país cansado da vã glória de mandar e farto de palavra vãs.
Fartos, por exemplo, da narrativa do ministro das Finanças, sempre tão sustentada em gráficos, quadros, números, mas afinal com pés de barro e facilmente ultrapassada pela narrativa da realidade que é sempre mais forte do que o verbo que a conjuga e a palavra que a enuncia. Fartos da narrativa teimosa do actual primeiro-ministro, reveladora de um profundo desprezo pela verdadeira natureza da vida que constrói um país, tão mais próxima do coração do que dos mercados, tão mais humana do que qualquer ideologia programática. Fartos da narrativa insular, mergulhada numa miopia crescente de quem confunde a sua notória pequenez com verbos de grandeza que destoam perante quem os evoca e conjuga. Fartos da megalomania nervosa de quem, todos os dias, não se percebe ultrapassado e ridicularizado pela narrativa da miséria. De quem ainda julga ser possível atirar palavras aos olhos dos que já perderam a visão do mar. Sim, as narrativas assaltam-nos por todos os lados, como naufrágios, como combates que se perdem, como mapas sem pontos de fuga ou pontos cardeais. Falta, contudo, fazer uma narrativa maior, uma narrativa de coragem que nos arrebate e recupere esse fôlego capaz de fazer respirar outra vez com o corpo todo e a vontade inteira. De narrativas, diria o povo, se ainda tivesse forças, está o inferno cheio. Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue. Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
Fartos, por exemplo, da narrativa do ministro das Finanças, sempre tão sustentada em gráficos, quadros, números, mas afinal com pés de barro e facilmente ultrapassada pela narrativa da realidade que é sempre mais forte do que o verbo que a conjuga e a palavra que a enuncia.
Fartos da narrativa teimosa do actual primeiro-ministro, reveladora de um profundo desprezo pela verdadeira natureza da vida que constrói um país, tão mais próxima do coração do que dos mercados, tão mais humana do que qualquer ideologia programática. Fartos da narrativa insular, mergulhada numa miopia crescente de quem confunde a sua notória pequenez com verbos de grandeza que destoam perante quem os evoca e conjuga. Fartos da megalomania nervosa de quem, todos os dias, não se percebe ultrapassado e ridicularizado pela narrativa da miséria. De quem ainda julga ser possível atirar palavras aos olhos dos que já perderam a visão do mar. Sim, as narrativas assaltam-nos por todos os lados, como naufrágios, como combates que se perdem, como mapas sem pontos de fuga ou pontos cardeais. Falta, contudo, fazer uma narrativa maior, uma narrativa de coragem que nos arrebate e recupere esse fôlego capaz de fazer respirar outra vez com o corpo todo e a vontade inteira. De narrativas, diria o povo, se ainda tivesse forças, está o inferno cheio. Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue. Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
Fartos da narrativa teimosa do actual primeiro-ministro, reveladora de um profundo desprezo pela verdadeira natureza da vida que constrói um país, tão mais próxima do coração do que dos mercados, tão mais humana do que qualquer ideologia programática.
Fartos da narrativa insular, mergulhada numa miopia crescente de quem confunde a sua notória pequenez com verbos de grandeza que destoam perante quem os evoca e conjuga. Fartos da megalomania nervosa de quem, todos os dias, não se percebe ultrapassado e ridicularizado pela narrativa da miséria. De quem ainda julga ser possível atirar palavras aos olhos dos que já perderam a visão do mar. Sim, as narrativas assaltam-nos por todos os lados, como naufrágios, como combates que se perdem, como mapas sem pontos de fuga ou pontos cardeais. Falta, contudo, fazer uma narrativa maior, uma narrativa de coragem que nos arrebate e recupere esse fôlego capaz de fazer respirar outra vez com o corpo todo e a vontade inteira. De narrativas, diria o povo, se ainda tivesse forças, está o inferno cheio. Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue. Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
Fartos da narrativa insular, mergulhada numa miopia crescente de quem confunde a sua notória pequenez com verbos de grandeza que destoam perante quem os evoca e conjuga. Fartos da megalomania nervosa de quem, todos os dias, não se percebe ultrapassado e ridicularizado pela narrativa da miséria. De quem ainda julga ser possível atirar palavras aos olhos dos que já perderam a visão do mar.
Sim, as narrativas assaltam-nos por todos os lados, como naufrágios, como combates que se perdem, como mapas sem pontos de fuga ou pontos cardeais. Falta, contudo, fazer uma narrativa maior, uma narrativa de coragem que nos arrebate e recupere esse fôlego capaz de fazer respirar outra vez com o corpo todo e a vontade inteira. De narrativas, diria o povo, se ainda tivesse forças, está o inferno cheio. Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue. Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
Sim, as narrativas assaltam-nos por todos os lados, como naufrágios, como combates que se perdem, como mapas sem pontos de fuga ou pontos cardeais.
Falta, contudo, fazer uma narrativa maior, uma narrativa de coragem que nos arrebate e recupere esse fôlego capaz de fazer respirar outra vez com o corpo todo e a vontade inteira. De narrativas, diria o povo, se ainda tivesse forças, está o inferno cheio. Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue. Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
Falta, contudo, fazer uma narrativa maior, uma narrativa de coragem que nos arrebate e recupere esse fôlego capaz de fazer respirar outra vez com o corpo todo e a vontade inteira.
De narrativas, diria o povo, se ainda tivesse forças, está o inferno cheio. Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue. Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
De narrativas, diria o povo, se ainda tivesse forças, está o inferno cheio.
Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue. Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
Muito provavelmente falta-nos a poesia, “as armas e os barões assinalados”, “a ocidental praia lusitana” ou qualquer outra coisa que nos navegue.
Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.
Falta-nos, quase de certeza, três “sílabas de plástico”, não por ser mais barato, mas porque temos a certeza de que não vamos por aí “com olhos lassos”, nem com “ironias e cansaços”.