F. Abraham Rodrigues É de realçar e lamentar a confusão entre o direito, que todos os cidadãos têm de se fazer ouvir, inclusivé, nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Criando-se consequentemente a timidez, entre as distâncias hierárquicas, em detrimento da ética, que, tão nobremente, rege a nossa democracia, e que toca profundamente na disciplina das classes. EIS O QUE SE PASSA NA NOSSA GOVERNAÇÃO regional, as distâncias . Tratam o contribuinte como um indígena. Isto é o que se esta a passar com o signatário, que tem apelado, por correspondência, por telefonemas, por presença pessoal, etc., autêntica humilhação - Senhor Presidente - Isto não se faz. Diga a técnica auxiliar D. Delta, diga a Sr.ª. Dr.ª. Outoguia , diga a Sr.ª . Dr.ª Susana, diga a Sr.ª . Dr.ª . Rosaria. diga a Sr.ª. Dr.ª. D. Teresa, etc. etc. um autentico sufrágio de paciência . O Senhor .Presidente nunca está, está fora em reunião de serviço, está dentro em reunião com o Conselho Directivo, ainda não chegou, etc. etc. e como se trata do DESEMPREGO?" se estão fora. É assim que se trata um contribuinte? que nem informam aos serviços, ou não interessa atender o erário público? Não sou juiz, mas a força da razão deve-se elevar e constituir tudo isto um crime, porque abafa a moralidade de erário. Que pena. Ficámos por aqui e acabamos por não ser atendidos.