Clara Gama Na edição de segunda-feira, dia 11, aparece uma fotografia (Flagrante) onde se vê a delimitação de uma parcela de terreno. É lamentável que o autor do flagrante, a coberto cobardemente de duas inciais, não informe o público que a referida "amiga" comprou a dita parcela para utilização própria e não para ser usufruida abusivamente por outras pessoas, como aliás vinha sendo feito, nomeadamente para estacionamento, serviços de oficina e lavagem de viaturas. Aliás, a parcela de terreno em questão não tem outra utilidade que não seja, única e exclsuivamente, de acesso à sua propriedade, como resulta da própria foto. E sem mais delongas sempre se dirá que outros já tiveram possibilidade de adquirir a dita parcela para sua utilização e não o fizeram(ver fotos nesta página). O "Flagrante" publicado na segunda-feira só se compreende por razões de pura inveja e de maldicência, o que é de lamentar. Até porque a poucos metros existe um grande parque de estacionamento... E facilmente se compreenderá que ninguém compra uma parcela de terreno para outros a utilizarem.