Um formando identificado Sou um formando de um curso EFA de informática na escola básica 2/3 do Estreito de Câmara de Lobos. Paguei nestes quase dois anos todos os valores pela instituição impostos e/ou solicitados para que pudesse frequentar o mesmo. Comprei todo o material necessário para a efetuar todas as atividades que foram propostas e realizadas. Até aqui tudo bem, não fosse o busílis da questão, a 'internet'. É tão rápida que até um caracol deitava-se de barriguinha para o ar e desatava às gargalhadas por conseguir sem esforço algum, ultrapassar a dita ligação. Fica no ar a pergunta: De quem é a culpa? E como diria uma senhora num vídeo "Sei lá menina, se é dos chineses ou do….." e mais não digo. A questão é, sendo este um curso de informática, são precisas algumas largas dezenas de minutos para conseguirmos abrir uma página… imagine-se ao tentarmos abrir mais do que uma… é o caos. Afinal que formação é esta? A quem atribuir responsabilidades por estas graves falhas da ligação do séc. XXI? Aos alunos? Aos formadores? Não me parece… Calculo que nem em países de 3º mundo verifica-se esta situação, que há muito tem sido referenciada junto de quem de direito. Dizem as más-línguas que o operador é o culpado. Será? Às tantas é! Se assim o é, o problema resolve-se! Muda-se de operador, empresas fornecedoras do mesmo serviço não faltam, e de certezinha lhes davam jeito mais uns eurinhos/mês. Mas cá para mim, a instituição também é culpada. Sabendo há largas semanas, quiçá meses deste caso, o mesmo persiste e eu o tal formando de um curso de informática, limito-me a esperar e desesperar para conseguir abrir uma simples página web e efetuar um simples download de um exercício prático… que algumas vezes, nem às 19-23h consigo (…)