Mário Mascarenhas Alencastre A trilogia, Amor - Saudade - Mãe, são de todas, as palavras, as que mais afetam, o ser humano, quanto, a sentimentos, emoções, consciências. Amor, não é exclusivo do ser humano, mas, também de outros animais. Usado, numa panóplia de acontecimentos, às vezes, até, em crimes cometidos, por algumas pessoas. Sem dúvida, a associação predileta, por excelência, do Amor, é com a Mãe. Já alguém disse: Quem, chora, quando, eu, choro;… só, tu, Minha Mãe..! E, este, amor, ilimitado, de mãe, revela-se, desde, dar, sua própria vida, a um simples gesto; a uma palavra carinhosa; a um alento sincero; que só, uma mãe sabe dar, duma maneira, especial, única. Um homem, aflito, chorando, chega, à casa da mãe. Esta, senhora idosa, pergunta-lhe: Que aconteceu, meu querido filho? Ai mãezinha, algo, terrível! Já sei! Roubaram-te, o carro… Pior mãezinha! Ias a conduzir, um acidente, alguém, morreu… É um pesadelo, mãezinha… Querido filho, ficaste, desempregado! Querida mãezinha, é, muito, pior… Foste ao médico, e, tens uma doença, terminal… mas, eles, também, se, enganam, meu filho! Nada, disso, mãezinha..! Então, o, que é? Diz à tua mãe! Na rua, as pessoas, olham, para mim, e, dizem: Lá, vai, o, chifrudo…! Pegando-lhe, carinhosamente, na mão, a senhora, leva o filho, perto dum enorme espelho que adorna, um guarda-roupa, e diz-lhe: Meu filho, olha bem para o espelho! Estou olhando, mãezinha! E que vês? Nada...! Vejo-me, a mim..! Tens razão, querido filho… Para, de chorar, de tristeza, e dá cá um beijo! Assim, é, Amor, de Mãe… igual ao de ninguém...!