José A. Freitas Esta carta é escrita com base na falta de consenso entres as diversas autarquias quanto àquela que não é mais nem menos a questão mais sensível de focar: a ÁGUA, um bem precioso. Eis que gera uma discussão imensa em torno por parte das autarquias desta Região. Pois bem, tendo em conta o grau deficitário da operacionalidade da empresa que gere este precioso recurso natural, diga-se deficitário porque pelo menos no que ao concelho de Machico diz respeito, denota uma falta de operacionalidade nos seus quadros em termos de manutenção da própria rede de abastecimento. Será que não está na hora de as autarquias que aderiram à ARM, verificarem o grau de eficiência e eficácia desta empresa que cobra quantias exorbitantes aos seus munícipes? Com um aumento de custos na ordem dos 40% onde está a avaliação aos serviços prestados? Será que com este serviço demasiadamente deficitário não era melhor voltar as coisa a serem geridas pelas autarquias? Ou será que que isto não passa de uma forma de cartelização de um bem essencial!? Um ponto para os senhores autarcas reflectirem... tendo em conta que estamos à beira de um acto eleitoral.