Luís Reis Era uma vez uma ilha maravilhosa… Este poderia ser o princípio de uma longa misteriosa e macabra estória. Por uma questão de coerência, em vez de ficção, vou optar pela narrativa. Quando regressei das ex-colónias, mais concretamente Angola, onde defendi um território na época o «Eldorado» dos senhores conotados com o regime, vim encontrar na minha saudosa Madeira, que mais tarde passou a ser Mamadeira, um indivíduo na mais profunda falência. O dito cujo vendia sanitas e pregos a «pataca». Passadas algumas décadas é milionário, graças ao império construído não com suor, talvez sim com inteligência, mas acima de tudo com esperteza pois, pendurou-se no regime que então emergia. Tornou-se no tudo poderoso da política regional. Faz da arruaça e do achincalhamento a sua marca pessoal. Todavia, ninguém, nem mesmo o Único Importante, que bate em todos os que têm a ousadia de irem contra as suas brilhantes ideias, tem a coragem de o reprimir. Sabe-se lá porquê…? MISTÉRIOS! Será que esta asquerosa figura da nossa caricata Assembleia não reconhece estar a difamar uma instituição, que deveria ser o exemplo do respeito e da seriedade? Os madeirenses que, tal como eu prezam o civismo, sentem-se revoltados e, mais do que isso, defraudados com a permissividade de quem tem a obrigatoriedade de fazer respeitar os valores democráticos duma sociedade civilizada. O Rei das Sanitas, cujos resíduos subiram-lhe à cabeça, julga na sua híper prepotência ser dono e senhor de tudo e de todos, com atitudes que transcendem o inaceitável, com especial relevância para sua diarreia verbal. «V. Excia» ainda não encontrou quem os «tenha no sítio» pois, comigo tal não aconteceria…! Você personifica o que há de mais desprezível no ser humano, o que para gente da sua índole deve ser um elogio. Sendo você madeirense e face ao seu vergonhoso comportamento, não só tem dado má imagem da nossa sociedade como também, tem dado razão ao que muita boa gente pensa a seu respeito. Prestaria um grande serviço à Região se abandonasse o cargo que pelos motivos já mencionados, não tem condições de ocupar.