António M. F. Silva Portugal inteiro deve ter tremido todo ontem à noite com aquelas palavras que Jaime Ramos gritou ontem à noite num jantar organizado por si e pela sua Associação de Construção Civil. O Homem imagine-se disse que estava disponível para liderar um projecto com a mesma dimensão do então 'Grito do Ipiranga'. Consta que até D. Pedro saltou no seu descanso eterno pois não merecia ser invocado por aquela personagem. Será que ninguém consegue dizer ao Sr. Jaime Ramos que se quer dar gritos pode dar quantos quiser, aliás é usual dá-los na Assembleia Regional naquelas suas tristes intervenções que tanta má imagem dão à pseudo casa da democracia, agora do Ipiranga!? Acha por dois segundos que alguém de bom senso o acompanha seja em que projecto for e então da dimensão do Ipiranga? Coitado, reduza-se à sua insignificância e vá entendendo que o seu tempo como de outros está a chegar ao fim, aliás já devia ter chegado há muito, mas não tarda, acredite. Deixe de fazer figuras ridículas que em nada abona os madeirenses que cada vez mais têm vergonha de certos políticos que andam ainda por aqui. Repare no jantar de ontem: um grita pelo Ipiranga, o outro como sempre grita que a Constituição tem de ser mudada e esquece o que nos fez a todos . Que triste é ver as Vossas figuras, mas mais triste é ter de Vos aguentar mais uns tempos.