Magno Jardim Como pode sua excelência fundamentar o seu discurso na reforma do estado, se até o dia de hoje e desde de 2011, a contextualização do paradigma actual ainda se matém, não só dentro do país, para muito menos falar da região? Refiro-me a notícia avançada pela RR renascença, a 18/02/2013 em que na contestação dos eurodeputados aos cortes feitos no orçamento comunitário, Durão Barroso para tentar convencer os eurodeputados, espera que os governos e o Parlamento possam explorar a chamada flexibilidade, que permite que as verbas não utilizadas do orçamento europeu, em vez de serem devolvidas aos países, possam ser utilizadas nos anos seguintes e em políticas diferentes. Mas em quê? Agora diga-me, como uma política como esta, pode vir a melhorar alguma coisa. Não deveriamos nós estar a investir numa economia? Muito siceramente não estou a ver que tipo de revisão constitucional é que deveria ser feita. Só se fosse uma que garantisse a soberania de Potugal, e defendesse o investimento de uma economia sustentavel e, a não dependência dos mercados financeiros. É que somos "obrigados" a seguir as ordens desses senhores para podermos fazer as nossas vidas. Mas afinal, quem somos nós?