O anedotário nacional tem limites. E como falta bom senso e lucidez aos decisores, urge tomar medidas, antes que ponham os contribuintes a pedir esmola à porta dos centros de emprego, dos cemitérios, das cadeias ou dos adros das igrejas. Saibam por isso todos aqueles que querem fazer dos portugueses cobradores compulsivos dos impostos abusivos que chegou a hora de inverter propósitos. O que agora faz sentido é obrigar os governos a exigir a cada um dos contribuintes a factura dos danos causados pelo eleitoralismo selvagem e pelas políticas populistas, leis impraticáveis, decisões hilariantes e mediocridade legitimada. Chega de desemprego, de humilhação e até de resignação. Não somos o Papa, apenas povo sacrificado que sofre para assumir a condição humana, mas que neste último fôlego não pode tolerar que esta espécie de 'Monopólio' continue. No famoso jogo de tabuleiro, cada jogador tem a oportunidade de comprar ruas e depois casas e hotéis para gerar negócio, e ainda estações de comboio ou serviços municipais. O objectivo é fazer com os jogadores tenham de pagar taxas sempre que passarem pelas propriedades dos adversários, para que, aos poucos, vendam o que é seu para pagar dívidas. No jogo, ganha o que conseguir adquirir todas as propriedades, ter mais dinheiro e levar os outros jogadores à falência. Os governos entraram manhosamente neste jogo. No início eram amigos, financiadores, investidores, banqueiros, mecenas e beneméritos. Agora, jogam sozinhos com o que sobrou do tempo da fartura. Entretêm-se a lançar dados até à exaustão na esperança que lhes caia em sorte uma de três cartas: 'Está livre da prisão. Esta carta pode ser guardada até ser necessária ou pode ser vendida'; 'Avance para a casa de partida e receba por isso uns bons milhões' ou 'Engano do banco em seu favor. Está milionário'. Enquanto isso disparam os dramas que envergonham quem já foi próspero e promissor. Multiplicam-se os crimes, as burlas e os calotes, mas atingem-se "metas" à custa de um desemprego que ronda os 20%. A culpa é sempre dos outros. Nossa, por certo. Fernando curto, Presidente da ANBP Mais uma vez conseguiu incomodar o poder e tirar da zona de conforto os técnicos que deviam zelar pela protecção e segurança dos cidadãos. Como é da praxe, o Governo detestou as críticas incisivas e os reparos oportunos. Era previsível.

Dinarte Freitas, Actor Vive nos EUA e estreou-se no cinema e televisão. Os papéis são para já secundários, mas prometedores, em claro contraste com a semana de folia maracada pelo défice de criatividade, agravada pelo facto de ser exibida mundialmente. Miguel Viveiros, Empresário Provou ser possível negociar com a banca, contrariando teses do governo madeirense. Mais, conseguiu um acordo que envolve mais de 14 milhões de euros. Uma verba que vai permitir honrar vários compromissos e 'segurar' outros negócios. Paulo Ferreira, Ex-Autarca do CDS Louva-se a disponibilidade para voltar a disputar eleições, mesmo que por um partido diferente daquele que lhe garantiu eleição. Não é caso inédito no 'viracasaquismo' regional, logo, também deve saber que o fenómeno tem custos. António Franco, Acupunctor Fundou e dirige com mestria o Centro de Acupunctura do Funchal, espaço com boa aceitação entre a população regional e que também trata de emigrantes e turistas. A alternativa na libertação da dor é por si só sinal de saúde.