Sérgio Potier A hiperdemocracia, a democracia global, a liberdade de circulação de pessoas, bens e capitais, e deslocalizações de empresas, tem sido fértil em fomentar o aparecimento de máfias que, observando o manancial excluido de recursos humanos (desemprego) se aproveitam das necessidades dos aflitos para os recrutarem para actividades criminosas. O que significa máfia?. Os diccionários definem máfia como sendo uma associaçao de malfeitores que aparecereu no sec. 19, na Sicilia, com o intuito de protegerem os seus membros contra a injustiça de que poderiam ser alvo. Todavia, há historiadores que dizem que a máfia nunca foi temporalmente bem defenida. Até há historiadores que afirmam que apareceu na idade média. Mas, em contacto presencial com determinadas pessoas que perecebem destas coisas, definiram-me a sigla MÁFIA, como sendo um movimento politico de resistência contra as invasões napoleónicas, significando MÁFIA, MOVIMENTO ANTI-FRANCÊS ITÁLIA AUTÓNOMA, o que quer dizer que, a MÁFIA nasceu no seio do poder politico e que se transformou numa associação de malfeitores, e os exemplos contemporâneos estão à vista de todos, em que, expedientes jurídicos dilatórios não levam determinados individuos à sua condenação, à cadeia. Mas como eu sou um individuo paciente e de esperança, entendo que, provar não é muito dificil, mas no nosso sistema juridico parece ser, o que não se comprende muito bem .Mas o tempo se encarregará de colocar termo a este tipo de arbitrariedades. Quando determinado cidadão que nunca possuiu patimónio próprio, e passado alguns anos enriqueceu exponencialmente é caso para pensar. No futuro, uma parte desta classe de individuos, que nunca pertenceram à classe criativa mercantil, deixarão de existir, e muitos daqueles que estão ao seu serviço no presente, não estarão dispostos para estar eternamente a trabalhar para piratas e ladrões. Altruístas, conscientes da história do futuro, preocupados com a sorte dos seus contemporâneos e dos seus descendentes não estarão para colaborar mais com o egoísmo dos hiperdemocratas que se julgam donos do mundo. A hiperdemocracia que é sinónimo de globalização, tornou-se numa torre de babel, e aqueles que pensam que tornaram as nações num cadáver estão totalmente enganados. O cadáver não são as nações. São os estados, a governança, e esses é que têm de ser responsabilizados pelo cadáver e decadência das nações e dos povos. Podia mencionar nomesde ilustres economistas, politicos etc, que são contra a globalização e a hiperdemocracia, e os seus motivos são muitos. Mas por agora fico-me por aqui.