Da semana que passa ficam sob suspeita:
Os que bebem uns copos e julgam que o insulto ainda dá votos. Fizeram-se notar na ‘Noite do Mercado’, na mesma em que acabaram pelos cantos, incomodados com os abraços e beijos que habitualmente se partilham entre amigos e familiares. Os mais inconscientes, pertencentes à casta dos ‘filhos do carro preto’, aproveitaram a multidão para ameaçar aos gritos quem não toleram e tentar ajustar contas, a coberto de possíveis claques que não apareceram. Enganaram-se. Foram metidos no sítio, pelos seus, sobretudo por quem se diz farto de asneiradas daqueles que têm contribuído para dar cabo em meses de 30 anos de poder! Ao que chega o jardinismo e seus herdeiros.
Os que dividem para reinar. Habitam na família social-democrata e expulsam militantes como se tivessem muitos. A depuração faz-se sem critério e a mando de gente sem escrúpulos. E assim vai o jardinismo decadente.
Os que angariam para mandar. Vale tudo para perpetuar o jardinismo. Assim, na próxima vez que receber umas ajudas de custo, um diploma da Casa do Povo, uma taça por ter corrido aos 10 metros barreiras na aldeia ou um convite manhoso certifique-se que não é preciso preencher qualquer ficha. É que há por aí milhares de novos militantes social-democratas que nem o sabem, mas já têm cartão e tudo.