Leitor identificado Cenário 1: Véspera de Festa, entroncamento da rua Tenente Coronel Sarmento com a rua do Jasmineiro, na ZONA dos ILHÉUS, Funchal. Ao arrepio do código da estrada, confesso, e sem encostar o carro à direita, imobilizei a viatura antes da passadeira para deixar sair a minha filha. Lá longe, no espelho retrovisor, vi um carro a se aproximar com rapidez pelo que lhe ordenei que se despachasse a sair. Tendo demorado um pouco mais do que era suposto (3, 4 segundos?), eis que quando o faz o tal veículo ultrapassa-nos inacreditável e inadvertidamente pela direita (havia ainda algum espaço até ao passeio), passando à frente do nosso carro e virando abrutamente à esquerda para subir a rua do Jasmineiro. Nesses milésimos de segundos, buzinei prolongadamente quer para chamar à atenção da minha filha - para evitar de ser atropelada - quer para chamar à razão o tão alucinado condutor – que ainda teve o desplante de nos invectivar.

Senhor ex-Procurador da República aposentado - que mora numa ZONA do Funchal que não vou dizer o nome - a idiotia que o senhor fez fá-lo porventura um jovem recém encartado inconsciente, não um ancião da lei e da ordem, para mais com os códigos morais e de conduta supostamente interiorizados por décadas de (boa?) prática forense.

Da minha parte, voluntario-me para pagar a correspondente coima - por imobilização inadequada da viatura e saída indevida de passageiro na faixa de rodagem - agora em relação ao senhor, em substituição das coimas mais gravosas que no seu caso lhe caberiam, permita-me a franqueza de lhe dizer que merecia era levar uns valentes e concomitantes sopapos!

Cenário 2: Revéspera de Festa, noite do mercado, no Funchal. Sandes de carne vinha d´alhos para toda a família na mais afamada “tasca” da zona do mercado. Este ano, ao contrário dos pretéritos, metade da carne era “febra” e a outra “gordura” pura e dura. Um nojo. Deste modo, sugiro a todos os comerciantes da zona do mercado que no futuro preparem estas famosas sandes com um letreiro por cima das frigideiras: “sandes de vinha d´alhos COM gordura” e “sandes de vinha d´alhos SEM gordura”. Deste modo transparente e a contento, apenas correriam o risco de não satisfazerem os visitantes muçulmanos.

Em relação à transmissão dos cantares pela RTP-M, a fórmula de intercalar os cânticos de dentro com as actuações de fora resultou num autêntico desastre televisivo.

A intenção até poderia ser boa mas por favor não repitam que não resulta. UM FELIZ 2014!!