Miguel Sá Tal como a Protecção Civil Regional, o “famigerado” Radar Meteorológico é e será uma boa treta. Será para arranjar mais uns “tachos” para os amiguinhos do regime. Ainda há quem ache que o facto de termos um radar meteorológico nos dará a informação que à hora “X” ao minuto “Y” e ao segundo “Z” vamos ter mais “X” milímetros de chuva na esquina da Igreja da Sé do que na Igreja do Carmo vai resolver os problemas das enxurradas! Vai resolver o problema para alguns, com precisão de “tachos”, empreiteiros e outros mais. O orçamento inicial era à volta de 2 milhões de euros. Já vai em 3,7 milhões de euros. A obra ainda não começou e logo entram as “derrapagens orçamentais” e triplica o orçamento. Temos uma Protecção Civil que tem mais informação que os comuns mortais e que tem a responsabilidade de alertar as populações, mas que deixa para a última da hora para tal fazer (caso do último temporal). Será que um agricultor, um pedreiro, um comum mortal não gostaria de ter a informação directamente das autoridades (ir)responsáveis dos possíveis avisos de alerta de mau tempo com 3 ou 4 dias de antecedência, evitando assim se perderem colheitas, obras, etc…!? Nós, os utilizadores da Internet, que onde consultamos sites de meteorologia, já com mais de uma semana de antecedência sabíamos que iríamos levar “porrada” (mau tempo). Eu fartei-me de alertar via Facebook para um alerta “rouxo” (pior que alerta vermelho, na minha escala) e não é que eu não sou “bruxo” nem “vidente” e acertei em cheio!? Preparem-se que com o radar vai deixar de “chover a potes”, as inundações e as derrocadas serão coisas do passado. Ironia minha.