Fim-de-semana foi marcante para o ciclismo, na vertente de montanha Este fim de semana que passou foi marcante para o ciclismo, na vertente de montanha. No sábado, realizou-se uma prova de enduro, singelamente denominada Sandokan. A organização, com o devido enquadramento legal, durante três semanas preparou e limpou antigos caminhos entre o Paúl da Serra e os Prazeres, que a vegetação havia entretanto conquistado. Tornou-os então aptos para esta modalidade, sem nunca esquecer a sua sustentabilidade e respeitando o meio envolvente. Assim, os privilegiados que participaram nesta prova, locais e estrangeiros, deslumbraram-se ante cenários que só a Madeira pode proporcionar na Europa, nesta época do ano. Já no Domingo, realizou-se a quinta edição da Avalanche, que contou com um número recorde de participantes. O meu número de inscrição era nem mais nem menos que o 196! Também aqui, a organização, que era distinta da primeira, procedeu à limpeza e preparação de trilhos, desta feita entre a Fonte do Bispo e a Raposeira. E fê-lo de tal forma que, apesar da enorme carga a que foram sujeitos nos últimos dias, mesmo na descida rainha, a Avalanche propriamente dita, quando todos os ciclistas partem ao mesmo tempo, os trilhos mantiveram a integridade, para delícia dos duzentos participantes. Dois eventos distintos, ambos passando por zonas sensíveis da floresta madeirense, mas que provaram que esta modalidade pode e deve fazer parte da nossa cultura desportiva, numa perspectiva de uma actividade desenvolvida na natureza. Todos estes participantes sabem que a qualidade da sua prática, depende da qualidade da floresta onde circulam. Podem desempenhar um papel importante na sua preservação. Eles, os seus familiares e amigos! João Rodrigues
Fim-de-semana foi marcante para o ciclismo, na vertente de montanha
Este fim de semana que passou foi marcante para o ciclismo, na vertente de montanha. No sábado, realizou-se uma prova de enduro, singelamente denominada Sandokan. A organização, com o devido enquadramento legal, durante três semanas preparou e limpou antigos caminhos entre o Paúl da Serra e os Prazeres, que a vegetação havia entretanto conquistado. Tornou-os então aptos para esta modalidade, sem nunca esquecer a sua sustentabilidade e respeitando o meio envolvente. Assim, os privilegiados que participaram nesta prova, locais e estrangeiros, deslumbraram-se ante cenários que só a Madeira pode proporcionar na Europa, nesta época do ano. Já no Domingo, realizou-se a quinta edição da Avalanche, que contou com um número recorde de participantes. O meu número de inscrição era nem mais nem menos que o 196! Também aqui, a organização, que era distinta da primeira, procedeu à limpeza e preparação de trilhos, desta feita entre a Fonte do Bispo e a Raposeira. E fê-lo de tal forma que, apesar da enorme carga a que foram sujeitos nos últimos dias, mesmo na descida rainha, a Avalanche propriamente dita, quando todos os ciclistas partem ao mesmo tempo, os trilhos mantiveram a integridade, para delícia dos duzentos participantes. Dois eventos distintos, ambos passando por zonas sensíveis da floresta madeirense, mas que provaram que esta modalidade pode e deve fazer parte da nossa cultura desportiva, numa perspectiva de uma actividade desenvolvida na natureza. Todos estes participantes sabem que a qualidade da sua prática, depende da qualidade da floresta onde circulam. Podem desempenhar um papel importante na sua preservação. Eles, os seus familiares e amigos!
João Rodrigues