J. O. Uma vez mais obrigado ao Diário de Notícias por possibilitar este espaço aos seus leitores e espero que não me levem a mal por discordar de um artigo publicado nas vossas páginas e referente à nova bancada do Estádio dos Barreiros dizendo que as normas não foram cumpridas. (...) Tendo estado no estádio e participado na marcha, pareceu-me apenas especulativo e pouco rigoroso o artigo em causa. Afinal que normas ficaram por cumprir? A dos guarda-chuvas? A fotografia não mostra guarda-chuvas pontiagudos e se estes entraram no estádio a única culpa é da fiscalização da PSP. E que alarido se faz à volta dos guarda-chuvas quando vemos tantas situações bem mais graves pelos estádios deste país e não só. Diz o artigo que a bancada foi aberta por regime de “excepcionalidade” como “excepcionalidade” é o que se passa no Estádio de Machico e o que já se passou no Estádio da Choupana. Daí não vem qualquer mal ao modo e tal nunca mereceu tamanha especulação. Tanto quanto me apercebi no estádio dos Barreiros havia medidas de segurança, saídas de emergência, equipas de socorristas. Em vez de se saudar a presença de milhares de pessoas no estádio, como há muito não se via, e de tudo ter corrido dentro da absoluta normalidade, não; especula-se e escreve-se que as regras não foram cumpridas. Mas afinal quais regras?! É lamentável este deitar abaixo sem qualquer razão quando estamos perante uma acção que deveria ser de orgulho de todos os madeirenses, exemplo para outras paragens com a realização de um derby sem confusões, com fair-play e com gente a assistir. Mas isso talvez não interessa ao presidente do Nacional. É trist