Marcelino Vitorino Não posso deixar de publicamente demonstrar a minha revolta enquanto Ribeira-bravense, e faço-o em nome de tantos outros munícipes que já me abordaram para manifestar a sua revolta e indignação.
Na edição de 5 de Novembro (3ªfeira) foi capa do Diário a notícia da ridícula decisão tomada pela Câmara Municipal da Ribeira Brava, “troca obras de segurança por adro da igreja”. Ora, no decorrer da campanha eleitoral, o actual Presidente dizia que uma das suas prioridades era a segurança dos munícipes e a conclusão de algumas obras estruturantes para o concelho, mas não é o que se verifica neste início de mandato; nem conseguindo reunir o consenso do seu próprio partido em torno desta obra, (renovação do adro), que de urgente pouco terá, se compararmos com as necessidades reais e mais urgentes para os munícipes. Mas outro facto surpreendente desta noticia do Diário, é que ficou demonstrada também a “verdadeira oposição” nesta reunião da Assembleia Municipal. Esta obra poderia ter sido chumbada se a “oposição” tivesse votado contra, mas não, preferiu abster-se, como quem diz “eu não sei, nem sim, nem não, é um talvez”. Ora para quem queria fazer a verdadeira oposição dentro da Câmara, ficou demonstrado nesta votação que o PS e o PTP não sabem o que estão lá a fazer. Agora que é o momento das grandes decisões na defesa dos interesses dos Ribeira-bravenses, decidem abster-se! Ficou demonstrado que a CDU tinha razão quando se assumiu como a verdadeira oposição ao regime e que estaremos sempre do lado dos Ribeira-bravenses! Podemos não ter eleitos nos Órgãos Autárquicos da Ribeira Brava, mas defenderemos sempre a Ribeira Brava e estaremos atentos para defender todos quantos não se revêem nesta oposição do “NIM” (talvez sim ou talvez não) e nesta vereação que tem as prioridades invertidas. Não estou contra a obra do adro da igreja, mas sim contra a errada e injusta definição de prioridades. Estarei atento, porque mesmo não tendo sido eleito, quero o melhor para o Concelho!