Rita José Gonçalves A verdade é que essas senhoras e senhores do Parlamento podem ser deputados mas ninguém votou neles. Os seus nomes nunca apareceram em boletins de voto para que os Portugueses pudessem dizer se os queriam como seus representantes” no Parlamento. Cada um deles foi NOMEADO para uma lista, numa dada posição. A ida deles para o parlamento dependeu dessas posições na lista, não dos votantes. A ordem das listas é que decide quem é
“eleito”, não os votos. Relativamente à ordem das listas, os eleitores não têm “voto na matéria”. Um “representante” só o é, se for ESCOLHIDO pelos representados. Se não podemos escolher o membro da lista que queremos para deputado, esse alguém NÃO nos representa. Na Europa, as listas são SEMPRE ordenadas por votos nominais! Ora, agora, insolitamente, para desviar a opinião pública desta risível e sacrílega permanente “governação” alfacinha, a da cagança de permanecer agachada ao estrangeiro, a Senhora Cristas dedica o seu precioso (?) e dedicado tempo “ministerial” para limitar o “numerus clausus” de animais de estimação em casa de cada cidadão. Se é verdade que existem pessoas, que podendo ou não, como alguns de nós, que estimam e tratam os seus animais de companhia como membros de pleno direito do agregado familiar, proporcionando cuidados médicos, alimentação e bem estar, bem que se podia punir as outras que, podendo ou não, mantém os seus animais dias inteiros fechados em varandas sem condições. Doa a quem doer, quem não tem posses monetárias e cívicas para os ter, abstenha-se de adoptar.
Resgatar animais abandonados, ou que simplesmente sejam vadios devem ser castrados e encaminhados para verdadeiras associações, não “associações”, umas, só de nome, ou adotados por quem os trate, então, com dignidade.
Muito mau sinal, pois, quando gatos e cães são utilizados para disfarçar a praga de pulgas e crescente ladrar na gaiola de um “governo”!? Quando, basta aplicar as leis da sanidade e do ruído a uns e outros. Os regulamentos municipais e de polícia tratam dos primeiros a 4 patas, porque, dos empinados que sucessivamente nos vão (des)governando só nós podemos tratar, na hora livre e soberana de tomar decisões, com o pleno exercício da cidadania. Urgente é, por conseguinte, puxar os “pintelhos” para o lado e ir ao fundo da questão e raiz de todos os males, à exigência de uma nova lei eleitoral que retire aos acantonamentos “partidários” o exclusivo da participação e representação política nos corredores do poder!!! Se não sabem resolver os vadios da rua que estão á vista como controlar Identificação e poiso aos que tem morada? Algo, pois, apodreceu ou foi deliberadamente eliminado neste protectorado, imerecida ex-nação independente e soberana. Pode-se, assim, começar por perguntar se a ‘vaca’ alemã, a verdadeira patroa, não gosta de animais domésticos, ou talvez o seu mais expressivo lacaio, o rodinhas das finanças, seja quem não os aprecia. Mas, voltemos ao protectorado, onde mais uma estrangeira, (nasceu em Angola), que nada nem ninguém, viu o seu nome ou teve a oportunidade de eleger em voto directo, detém um cargo que lhe permite, enquadrada num regime despótico, arrogante e prepotente, tomar posições e atitudes ditatoriais como esta, embora nas pertinentes tenha sido de uma incompetência gritante total. Apesar destes quase 40 anos de vida de nada, de “promessas” ou ludíbrio, e, de 103 anos no total sem direito a referendo, tempo de agonia e sem amanhã visível para todos, tempo onde só Salazar, e um agora imerecidamente “crucificado” por cá se destacaram como Patriotas porque tudo fizeram para que a das Quinas continuasse orgulhosa a drapejar sobre as nossas cabeças, o que ainda havia de bom, a Democracia e o bom senso, por causa de passos mal dados, morreram há pouco mais de dois anos... HAJA DEUS!