António Alves O que me leva a escrever, é o jogo que assisti hoje, 18/10/13, que opunha o CDN “B” ao Porto da Cruz, do campeonato regional de juniores-2ª divisão.

Não sou imune ao erro, mas prezo-me por ser o mais justo possível nas minhas avaliações e opiniões. Mas o que aqui me traz é o jogo. Não obstante a diferença das equipas, não choco ninguém ao dizer que o Nacional “B”, é superior, apesar de até ter visto 3 ou 4 miúdos com qualidade no Porto da Cruz. Sempre com sinal mais dos jovens da casa, o Porto da Cruz tentou bater-se. Mas num jogo, há sempre 3 equipas; 2 que jogam e 1 que dirige. E se as 2 que jogam, se limitaram a fazer isso mesmo, o juiz limitou-se a querer ser a figura da partida. Quis ser o artista principal à fartazana. Pergunto à AFM, se há critérios nas nomeações ou se nomeiam o 1º que lhes vem à cabeça. Este senhor de hoje, mostrou ser conflituoso e autoritário em demasia, vaidoso em excesso e buscar incessantemente um protagonismo que deve e tem que ser dos jogadores. Estragou um jogo que até foi bonito, bem jogado a espaços, não houve quezílias entre jogadores e houve fair-play de parte a parte (os 2 guarda-redes lesionaram-se). Ele conseguiu advertir um jogador do Nacional por estar !!!pasme-se, quieto na barreira; advertir um outro por se atrapalhar com a bola; transformar um corte limpo fora da área, num penalty com bónus de cartão vermelho, e estou à vontade para falar, pois o beneficiado até foi o Nacional; encostar a cabeça num jogador do Porto da Cruz; dar ordem de expulsão ao seu treinador, que após o lance disse de forma audível, graças ao enorme poder de projecção vocal do senhor, “Oh sr árbitro, o Nacional não precisa disto.” ABOMINO INJUSTIÇAS, pelo que como disse no início, tento ser o mais justo possível. Subscrevo inteiramente, as palavras do treinador do Porto da Cruz; de facto, o meu clube não precisa disto. Ganhou e bem, pois tem mais qualidade, mais estrutura, mais rotinas. Quanto ao Porto da Cruz, tem 3/4 miúdos muito bons, mas nota-se ainda muita ingenuidade. Quanto ao árbitro, que deve tentar passar despercebido, quis ser o rei da festa. LAMENTÁVEL.