Maria T. Silva O povo da paróquia da Assomada vai descontente em autocarros à tomada de posse do pe. Luis Miguel para a paróquia do Santo da Serra. Nada valeu o nosso abaixo assinado a pedir ao bispo que reconsiderasse e deixa-se o padre Luis Miguel continuar o trabalho na paróquia. Os que vão devem manifestar o seu desagrado ao bispo.Uns dizem que vão manifestar o seu desagrado outros dizem que só vão para fazer a vontade ao pe. Luis Miguel.

Por isso me recuso a ir e a ser mais uma para satisfazer o desejo do bispo, encher a igreja e bater palmas. Este bispo é autista, diz que ouve o povo mas depois faz como quer e deseja. Parece uma pessoa que não aprendeu com o povo nas últimas eleições e sai pela porta pequena. Também este bispo caminha para aprender essa lição neste ano em quer comemorar com pompa e circunstância os 500 anos de uma diocese tão dividia. A porta de saída já está aberta porque muitas são as pessoas insatisfeitas com as atitudes deste bispo. Nestes anos que aqui está manteve-se acorrentado ao regime, continua a apoiar o Jornal da Madeira que é um ultraje à pobreza madeirense devido aos milhões que lhe são dados e à sua distribuição nas igrejas e tudo isto para alimentar o seu ego, não apresenta as contas diocesanas aos cristãos, não sabemos para onde navegam os dinheiros da diocese. As organizações diocesanas tem sido alvo de descrédito como é o caso da Caritas. Paróquias que vivem em pé de guerra veja-se a paróquia de Machico! As manifestações ou actos públicos religiosos só tem tido a adesão das pessoas porque, como no tempo do regime comunista, sabe-se movimentar as massas utilizando o estandartes próprios, pois também aqui serviram-se da Senhora de Fátima para essa propaganda. Se não são os autocarros e as pessoas que se deslocam a choro dos padres para as suas manifestações religiosas já há muito o bispo que não teria ninguém. nesses actos religiosos.

Senhor bispo acorde para a realidade não é mudando uns padres como lhe convém que renova a diocese, não é fazendo de conta que tudo está bem numa terra a viver a pior miséria, mantendo o seu silêncio e não é inventando outro astro, congressos, concertos nas igrejas para arrastar as pessoas para os 500 anos da diocese que está renovando a igreja madeirense.