Francisco T. Silva Anda o Dr Alberto João a tentar justificar os milhões de euros que gasta anualmente no Jornal da Madeira com a necessidade de garantir o pluralismo de informação e mais uma vez ele vem mostrar-nos o que significa para ele pluralismo de informação na edição do mesmo Jornal que devia ter informado os madeirenses e em particular os funchalenses sobre a regionalização das estradas que antes pertenciam ao Município do Funchal. É o que se pode chamar um hino ao pluralismo senão vejamos a edição do Jornal da Madeira do dia 4 de Janeiro sobre o assunto: publicam a versão e bem do Governo Regional; publicam um Comunicado do Dr Bruno Pereira (simples vereador sem pelouro); informam que o Dr Bruno e o Engº João Rodrigues não participaram na reunião da CMF; publicam (imagine-se) uma resposta do Dr Alberto João à polémica (que o Jornal não deu) e esqueceram-se de dar a posição da Câmara Municipal do Funchal! Isto é jornalismo!? Ainda por cima o comunicado da Presidência do GR dizia no último ponto que a eleições internas do PSD-M já se tinham realizado no dia 2 de Novembro... pelos vistos os tiques e a censura continua. Os Cidadãos do Funchal que votaram maioritariamente no Dr Miguel Albuquerque e que com o seu trabalho e suor têm de pagar o Jornal da Madeira não tinham direito a saber qual a posição da CMF? Mais uma vez para quem tivesse dúvidas o Dr AJJ mostra o que entende por pluralismo de informação e os madeirenses é que têm de continuar a suportar esta vergonha com o silêncio cúmplice da Diocese do Funchal. Mais impostos, menos emprego, menos saúde, menos educação, mais desemprego tudo isto não interessa pois na sua cabeça o que interessa é este pluralismo de informação. Só se publica o que interessa ao Chefe! Grande Jornal este que vive há anos à conta dos nossos impostos, desculpem-me, para garantir o pluralismo de informação do Chefe. Haja vergonha e acima de tudo caiam na realidade. Com tanta gente à fome e sem emprego era tempo de canalizar os milhões do Jornal para esses que tanto necessitam. O que acha disto tudo a Diocese e o Senhor Bispo? Já era tempo de nos dizer alguma coisa.