Osvaldo Correia Rodrigues Depois de 3 giros, sem que me fosse entregue o horário de rega para o ano hidroagrícola de 2012, decidi efetuar uma reclamação nos serviços, na qual ficou registada a inexistência do mesmo até essa data. Até hoje ainda não obtive qualquer resposta, nem me foi permitido a utilização da referida água de rega, o que agora recebi foi uma fatura, com mais 286% do que nos dois anos anteriores e sem usufruir do bem. Aumento esse, que daria para aplicar uma taxa anual de 5% durante 21 anos. Considerando que no ano passado apenas se regou durante 6 meses e o giro foi em média de 20 dias, no máximo foram 9 giros de água, que não reguei, mas que me irá custar 1,53€ por giro. Resta saber se a rega fosse durante todo o ano, a fatura duplicava. É preciso ter muita lata, para fazer uma referência no final da fatura, de que este pagamento apenas corresponde a 23% do custo da água de rega, quando cabe ao IGH, reduzir estes custos e não refleti-los nos agricultores. Não se compreende que um programa de faturação com certificação, permita a emissão de faturas e recibos sem número de contribuinte, do cliente ou do pagante e que não seja possível efetuar o pagamento nas caixas multibanco, assim evitavam a deslocação de funcionários, com dia e hora marcada por toda a ilha, com respetiva viatura e condutor, acrescido de abono para falhas. Todos os regantes deveriam pagar em cheque, quem não deve não teme. Num ano agrícola difícil para os agricultores, onde o clima e os incêndios tornaram os rendimentos dos agricultores negativos, vem os serviços do IGH, proceder a este aumento colossal.