J. Edgar Marques da Silva Evidentemente que não me refiro a 1/12/1640, mas sim à crucial restauração da independência de Portugal, com a consequente "expulsão" da Troika de Portugal e a condenação dos vis traidores do atual e cobarde governo de Portugal. Impõe-se a constituição de novos e heróis conjurados, que restaurem a independência e a soberania de Portugal, como nação e como pátria: estamos perdendo uma nação, e excluído de Portugal lusitanos que se tornam apátridas, escravos do mundo e de uma globalização, uma nova forma doentia de colonialismo das nações. A actual intervenção de estrangeiros em Portugal, com a desculpa de estarem a intervirem a "convite e ao abrigo de uma assistência financeira", é uma falacia e um logro, é sim, uma clara ingerência em assuntos de governação e um atentado á nacionalidade, com o claro apoio de traidores a essa mesma nacionalidade: emprestem-nos o dinheiro, como agiotas judeus, mas não nos venham dizer como gasta-lo nem como o pagar, esse é claramente um problema só nosso. A "entroikização" do pais, é cada vez, mais forte, face á rendição de quem governa e cobardemente, pede sucessivamente a intervenção e apoio de agentes externos na governação, mentores de ideias e de planos, apenas movidos pelo caminho mais fácil de ganhar subjugando uma pais e uma nação, somos sim agora, livres como escravos. Cá na RAM, imagine-se temos gente do mesmo partido, que governa a nação e que tudo faz para que esse governo e esse mesmo partido, seja derrotado nas próximas eleições, temos sim em política "uma clara guerra civil", em que irmãos matam apenas por um ideia e pelo poder. Enquanto o povo agoniza e morre de fome, "á beira de cantinas sociais", plantadas no seu regaço de morte. E que dizer de partidos da oposição, quando se posicionam apenas para também ganharem o poder, pelo voto dos moribundos e esfomeados pelo desemprego e sucessivos cortes, que condenam á morte a economia e as finanças do pais É incrível a particularidade e a semelhança do que aconteceu em 1640 e o que atualmente acontece, então, o brutal aumento de impostos e o colapso do comercio, da industria, da agricultura, conduziu o pais a uma revolução e á restauração da independência, fazem-nos falta 40 conjurados para que em 1 de Dezembro de 2013 se acabe de vez coma troika e com o governo de Passos Coelho, assumiremos na mesma as nossa dividas, sem nos tornarmos em gente "livre como escravos", orgulhosos da nossa nacionalidade.