Já não há adjetivos para classificar as vigarices do governo PSD/CDS relativamente às constantes medidas de austeridade que vem tornando a vida das famílias e das pequenas e médias empresas, maiores geradores de postos de trabalho no pais e na região, num autêntico inferno. Estamos perante um governo PSD/CDS e dois políticos, Passos Coelho e Paulo Portas, que uma vez chegados ao governo têm feito tudo ao contrário do que disseram enquanto líderes na oposição e em campanha eleitoral. Os portugueses estão perante uma autêntica fraude eleitoral. Como se já não bastasse as violentas medidas de austeridade contidas no memorando da TRIKA, no OE 2012, mais os cortes nos salários, subsídios de férias e Natal, o primeiro-ministro e o ministro das finanças anunciaram no passado fim-de-semana mais um pacote de medidas que é um autentico golpe de misericórdia na sobrevivência das famílias e da economia. Refira-se a propósito que o PSD e o CDS, provocaram eleições antecipadas por causa das medidas do PEC 4 da responsabilidade do governo PS, que perante todas as medidas de austeridade, entretanto impostas por estes senhores, era mel na sopa. Este governo PSD/CDS já vai no PEC 20. Ainda sobre as medidas de austeridade impostas pela coligação PSD/CDS, não deixa de ser curioso o comportamento de Paulo Portas, ou seja, governar e ao mesmo tempo querer ser oposição. Seria também interessante saber porque razão sempre que o governo apresenta medidas de austeridade de relevante impacto na vida das pessoas e da economia, o ministro Paulo Portas está no estrangeiro. Os portugueses esperam que Paulo Portas e o CDS cumpram a promessa de não aumentar mais impostos. Depois de todos os males causados às famílias do país e da região, o CDS tem no OE para 2013, uma última oportunidade de se redimir em parte.
João Isidoro Gonçalves, Presidente do MPT-M