José Sá Pelo menos no agora minimercado Sá da Camacha. Testemunhei alguém que ao ver chegar a remessa do jornaleco ao míni Sá se dirigi à empregada que os tinha recolhido no sentido de obter uma cópia, ao que a mesma respondeu que se quisesse o jornal teria que efectuar uma compra no agora quase vazio míni Sá (já foi súper Sá). No entanto como já tinha pago por 4 cafés no quiosque à entrada julgou que poderia usar isso em seu favor. Qual quê? Que não, que tinha que ser no então quase vazio de géneros ou bom senso mercado para poder ter direito ao tão ilustre papel de retrete (para mim, não para a pessoa em questão). Mas com o grupo Sá está numa iminente falência (assim comprovam as prateleiras vazias, usam de todos os expedientes para tentarem acabar de esvaziar as prateleiras e quem sabe encerrar o minimercado. P.S. Esta carta não foi escrita nem com o novo, nem com o velho acordo ortográfico. Foi simplesmente escrita por alguém que deixou e escola com a quarta classe há precisamente 50 anos.