Eduardo Freitas Visito o Porto Santo anualmente, pela altura de Agosto. A ausência física e temporal desta ilha nos restantes meses do ano permite, ao chegar, ter uma panorâmica geral da evolução e transformação desta ilha ano a ano, ao longo destas últimas duas décadas. É confrangedor verificar que praticamente todas as obras que foram feitas a pensar na grande escala, na maximização dos espaços e, portanto, dos lucros sofreram duros revezes e encontram-se fechadas. Por outro lado, os investimentos mais comedidos como os bares de praia, restaurantes típicos e quiosques de rua parecem sobreviver comercialmente. Isto devia dar que pensar aos investidores em geral e aos nossos governantes em particular, pois eu preferia ter uma pequena tasca cheia do que um grande restaurante vazio.