J. Edgar Marques Da Silva Num partido, seja ele qual for, que no seu programa de governo, para a RAM, contemple, a imediata suspensão das transferências para o JM, na inclusão de todo o desporto amador na rede escolar da RAM, e na imediata suspensão de apoios ao futebol profissional, a imediata renegociação de todas as PPP regionais e a sua eventual regionalização, com a devida investigação de crimes de burla ou negligência grosseira associada a conflitos de interesses entre políticos e empresas envolvidas; a renegociação de todos os contratos programa, ou quaisquer subcontratações, ditas “outsourcing” que existam entre GR e privados; a abolição dos carros oficiais e a sua consequente venda, assim como dos carros de empresa, a abolição das residências cedidas a detentores de cargos públicos: será que quem ganha entre 250 a 600 mil euros ano não ganha o suficiente para comprar o seu carro e pagar a sua casa; a abolição do conceito de paraíso fiscal, perante o fisco, todos os contribuintes, serão considerados, em pé de igualdade, e pagam de acordo com os seus rendimentos; e neste contexto a Igreja não deve beneficiar de isenções ou quaisquer benesses; a abolição de subsídios estatais á cabeça, para fundações ou quaisquer instituições submetendo as mesmas a um rigoroso controle, só recebem após prova fundamentada da sua existência e propósitos alcançados; beneficiar a banca que faça empréstimos bonificados ás empresas e famílias na promoção do emprego, penalizar aquela que apenas quer continuar a viver á custa da intervenção do estado, intervir num controle apertado do sector dos transportes, energia, agua, e dos bens ditos essenciais, promover a qualidade de vida e a felicidade interna; os offshores ou centros internacionais de negócios, devidamente controlados com negócios transparentes sujeitos a analises por entidades do fisco, e da justiça regularmente e sem aviso prévio; a abolição imediata de qualquer tipo de sigilo nestes centros, no que diz respeito á justiça fiscal;
Com este controle do despesismo, do desperdício, e dos eventuais, aproveitamentos dos recursos públicos por cidadãos políticos, poderia um governo canalizar todos estes recursos, onde se inclui as ditas correcções orçamentais do tipo “desviante”, para apoios sociais emergentes, mães solteiras, inclusão da diferença e da deficiência numa óptica de os tornar eficientes e integrados na sociedade, “tornar todos úteis e produtivos”, também na área da saúde, educação criando-se bolsas sociais na educação e na saúde, aumentando-se os seus orçamentos em simultâneo que se introduz métodos de rigor e optimização dos recursos alterando o paradigma organizacional introduzindo métodos e um controle diversificado e ao nível dos gestores de topo e intermédios, impedindo uns e outros de poderem tomar decisões e medidas sem previa discussão dentro da organização empresa ou instituição; as decisões que envolvem grupos e organizações terão de ser colegiais e não singulares e unipessoais; Ao nível das assembleias sejam elas legislativas, ou de qualquer índole político, a abolição imediata de regalias e benesses, jackpots ou quaisquer mordomias e benesses, os deputados serão equiparados a qualquer cidadão trabalhador, com os mesmo direitos e regalias, onde se inclui aqui a abolição de regalias de antecipação da idade da reforma, subvenções e ou subsídios de integração, todos eles simplesmente eliminados; note-se que imunidades e impunidades deixariam de imediato de fazer sentido, sendo que seriam tratados pela justiça como qualquer comum cidadão.
Muito mais haveria a fazer, mas aqui o que interessa é sabermos se existe algum partido, que neste momento tenha a coragem de apresentar um programa de governo que inclua estas e outras mais, medidas sugeridas por cidadãos, com o objectivo de se criar uma nova geração de políticos e de governantes, Hollande em 56 dias de governo na França já iniciou e já aplicou algumas das medidas que aqui se mencionou, e cá na RAM “nós também podemos o fazer”… começando pelo povo a votar nas pessoas e não nos partidos, isto sim seria viver em social democracia.