Rui Nóbrega No dia 17 pelas 19,00 horas estava sentado na esplanada de um bar da rua do Engenho Velho. Chegou uma viatura da PSP e os 2 agentes abordaram uma senhora que estava sentada noutra mesa. Levantei-me e num gesto de colaboração informei os agentes que a senhora sofre de distúrbios intelectuais. Um dos agentes demostrando falta de formação para aquela profissão mandou-me sentar. Vivi na época do fascismo, mas apercebi-me que agora o estado policial continua, porque como cidadão livre tenho de me sentar porque um agente policial assim quer. Infelizmente com a falta de emprego, admitem pessoas frustadas da vida pessoal para andarem a se pavonear com um cinto das calças cheio de adornos e abusando dos poderes que lhes são conferidos. E depois querem ser respeitados quando não respeitam ? São meninos obedientes dos politicos para agredirem o povo nos momentos em que este reinvidica os seus direitos, no entanto lutam por um sindicato e se conseguirem quando se manifistarem o povo também deveria vos agredir. Amor com amor se paga. No futuro se algum agente policial me faltar o respeito vou comunicar à Inspeção Geral da Administração Interna e aos Tribunais Europeu e Internacional dos Direitos Humanos.