Hoje, antes de escrever estas linhas, fui uma das muitas espectadoras atentas via internet do Mundial feminino de sub-18, onde Portugal marca presença no grupo D. Não foi a melhor entrada, pois começamos com uma derrota frente a Angola por 30-29. A Madeira esteve bem representada, mas a equipa das quinas nunca conseguiu superar a maior agressividade das angolanas. Queríamos entrar com a "mão direita" mas tal não foi possível. Amanhã (hoje), há mais. A esperança de garantir o apuramento para a fase seguinte e alcançar uma boa classificação ainda está de pé. Assim, é necessário concentração máxima para vencer o Brasil. Mas para além de atletas, a Região tem também em Montenegro a dupla IHF, Duarte Santos e Ricardo Fonseca, que estiveram em acção na jornada inaugural da competição, apitando um super disputado Suécia-Croácia. Uma vez mais, os nossos jovens árbitros madeirenses, mostraram o porquê de serem sem dúvida uma das melhores duplas nacionais e que têm em termos internacionais um futuro bem risonho. O Mundial continua, e para quem gosta de andebol, pode tal como eu o vou fazer, seguir a par e passo as incidências de todos os jogos em www.laola1.tv. E como não podia deixar de escrever, agora vou falar sobre os Jogos Olímpicos que chegaram ao seu final. Perdoem-me aqueles que acham que Portugal teve uma boa prestação num evento grandioso e bem organizado. Mas na minha modesta opinião, uma vez mais, notou-se o tradicional "porreirismo português", onde uma medalha de prata e alguns diplomas chegam para um "bom". Há que acabar com este pensamento "pequenino" e ter uma mentalidade mais vencedora, para na hora da verdade não falhar! A Madeira esteve bem representada por um atleta fantástico como o Marco Freitas. Em 2016, no Brasil, contamos com mais medalhas.
Sandra Fernandes, Directora Técnica da AAM