Os problemas com a gestão da água, sobretudo a sua escassez, mais as questões eternas na Saúde e na Educação, dominaram uma semana de temperaturas altas, a convidar aos banhos durante o dia e aos arraiais ao final do dia. Enquanto os nossos Emigrantes nos vão avivando a memória com a sua boa disposição, contagiando familiares, amigos e conhecidos, atraindo-os para as inúmeras festas que este mês de Agosto proporciona, na política doméstica discute-se temas inevitáveis como a falta de água, a obrigação de pagar dívidas, ou a preparação do regresso às aulas. No capítulo das contas que estão por pagar ressaltam as da Saúde. Pretexto para o presidente Jardim voltar a 'desenterrar' aquela dívida de 9 mil milhões que remonta ao tempo das caravelas. O argumento jardinista já tinha sido evocado por altura da discussão e quantificação da dívida da Madeira. Pouco lhe ligaram, tal era o desespero dos nossos governantes. Agora, a bandeira voltou a ser agitada, o que significa que vamos ter de gramar essa historieta sempre que faltarem outros argumentos. Houve alturas em que esse tipo de 'anedotas' até tinha piada. Jardim fazia a contabilidade à sua maneira, nos jornais de cá e de lá a coisa até tinha piada e, verdadeiramente mais importante, aparecia sempre um ministro ou um secretário de Estado a acenar com um cheque. Desde há uns tempos para cá que as coisas estão diferentes, mas as 'anedotas' de Jardim continuam a ser as mesmas e, claro, ninguém lhes liga e muito menos passam cheques. A dívida acumulada de 9 mil milhões, por supostos incumprimentos da metrópole face às ilhas adjacentes, são contas que dão jeito, mas nem o autonomista mais ferrenho lhe dá crédito. Por isso, mandaria o bom senso que houvesse alguma contenção, porque de enxovalhos já temos a nossa conta. Ainda para mais num sector que, ainda há poucos anos, era-nos impingido como o melhor sistema de Saúde do País. Se lhe adicionarmos 9 mil milhões de euros, salta logo para o melhor do mundo! Ricardo Sousa, Empresário Muito para além da solução satisfatória para o projecto do 'Minas Gerais', a vinda da multinacional H&M significa um importante impulso no comércio funchalense, inclusivé com a criação de mais umas dezenas de empregos. Marcos Freitas, Atleta olímpico (ténis de mesa) O mesa-tenista madeirense esteve entre os melhores atletas portugueses nos Jogos Olímpicos de Londres. À conta da exibição da selecção de Portugal, a modalidade passará a ser olhada de outra forma, se calhar com outros apoios. José Manuel Rodrigues, Deputado do CDS em Lisboa Voltou a ser o mais produtivo entre os cinco deputados madeirenses na Assembleia da República, na sessão legislativa finda. Um efeito estatístico a que corresponde também a sua preponderância na discussão dos temas regionais. Rui Marote, Presidente A. F. Madeira É com natural mágoa que o histórico presidente da Associação de Futebol da Madeira vê os clubes filiados com um futuro bastante sombrio. Regredir décadas é quase uma fatalidade, tal como noutras modalidades na Região. José António Castro, Ex-Presidente da ACIPS Empresário ou advogado, ou simplesmente eterno aspirante a político, acumulou equívocos ao longo de décadas. Alguns bastante graves e que deveriam tê-lo 'aconselhado' a não esgotar a tolerância com que sempre foi bafejado.