A 15 de Agosto o padre Martins Júnior celebra 50 anos de ordenação sacerdotal. O padre suspenso 'a divinis' desde 1977 convidou para a festa nomes como Frei Bento Domingues, Francisco Fanhais, Anselmo Borges, Janita Salomé, Rigo, Vítor Costa, entre outros. Convidou também o bispo do Funchal, D. António Carrilho mas este ter-lhe-á proposto que só iria se Martins Júnior lhe entregasse a chave da igreja da paróquia da Ribeira Seca. Tal condição não foi aceite.
Aliás, após um período em que se manteve em silêncio em todo o processo negocial com a Diocese para que o seu caso fosse resolvido, Martins Júnior cansou-se do impasse e já não dá mais o benefício da dúvida a António Carrilho.
Em entrevista ao DIÁRIO/TSF/DN online, Martins Júnior fala do jubileu sacerdotal; do percurso de vida multifacetado (sacerdote, político, compositor/intérprete); da Justiça terrena que o acusou por duas vezes da prática do crime de "abuso de designação, sinal ou uniforme"; dos episódios do 'tribunal popular' e da ocupação policial da igreja da Ribeira Seca em 1985; e da Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) onde exerceu o mandato de deputado e hoje, por ele considerada "inútil".