Fábio Martim A abnegação pela Madeira que trataram como lenha, queima hoje a inocência dos inocentes. E não, não é uma redundância, é um alerta feito pela Natureza, ressentida pela presunção, desinteresse e estagnação de um povo, que sempre a tratou como Madeira para combustão e que hodiernamente escureceu como carvão, a consciência de quem a subestimou. Esta Madeira não é mais acha para a fogueira espiritual e física pela qual, presentemente, nos deparamos! É a altura de apelar para um recomeço, das cinzas, esperançoso de um amanhã menos defumado pela ira que há muita atiça estas labaredas. A todos os lesados, muita força.