M. C. No dia 14 de Julho de 2012, dirigi-me ao Jardim Municipal de Santa Luzia, ao que parece, inaugurado a 27 de Setembro de 2004, e que veio recuperar em termos ambientais uma área densamente urbanizada e que foi deixada ao abandono por muito tempo. Contudo, se é verdade que este ainda apresenta uma arquitectura paisagista contemporânea, o turista ou simplesmente cidadão, já não se deixa entusiasmar pelos ex-libris do mesmo, sejam eles o Jardim da Laurissilva, o Jardim dos Socalcos, o Jardim da Água, o pseudo-Jardim Tropical, ou mesmo aquilo a que chamaram de Jardim do Anfiteatro. Agora, e tristemente, o que desperta ao olhar de qualquer um que por ali circule é a vergonhosa altura e falta de cuidado que apresenta o relvado (ou melhor "ervado"), a sujidade que abunda por todo o lado (as águas paradas cheias de lodo e que já libertam cheiros nauseabundos), o elevado estado de degradação dos canteiros de todos esses jardins já referenciados e, mais perigosamente, e que inclusive deveria ser fechado ao público pois apresenta graves perigos para as crianças, é o espaço de diversão que para elas foi criado e que está completamente degradado e é um risco em muitos aspectos a sua utilização (refiro-me, por exemplo, aos baloiços partidos, a plásticos queimados, o próprio chão do espaço apresenta crateras que possibilitam a qualquer criança um entorse, etc.). Ou seja, Sr. Presidente Miguel Albuquerque, mesmo sabendo que o tempo não é de bonança, mas que recentemente outros jardins municipais de mais pequeno relevo sofreram obras de requalificação, venho, então, solicitar-lhe uma rápida tomada de decisão em prol do rejuvenescimento deste que se encontra mesmo no coração da cidade do Funchal e que muito representa para quem o utiliza.