O CDS Madeira conseguiu consubstanciar, através deste XIII Congresso regional, um conjunto de propostas para o futuro da nossa Região. José Manuel Rodrigues deixou claro, no documento que apresentou com 100 medidas, que o partido tem um projecto, tem pessoas e soluções que podem resolver grande parte dos problemas sociais e económicos dos madeirenses e Porto-santenses. O próximo Congresso do partido, em meados de 2015, poderá ocorrer numa conjuntura totalmente distinta da actual, pois tendo em conta a profunda crise social e económica da Região, as eleições regionais antecipadas, são uma possibilidade que ganha cada vez mais força, até porque no PSD avizinha-se um Congresso fratricida que poderá significar o fim do jardinismo e, assim sendo, o novo líder do PSD só quererá governar sendo sufragado eleitoralmente. Nessa conjuntura, face ao factual crescimento do CDS, que como as próprias sondagens indiciam, está actualmente próximo dos 25% dos votos, elegendo uns 12 ou 13 deputados, significará que os madeirenses e Porto-santenses desejarão que o partido, agora reforçado e renovado com muitos e bons quadros, seja uma solução para os problemas da Madeira. Essa realidade consubstancia-se na Alternativa que saiu deste Congresso. Não restam dúvidas que o CDS está a crescer, tem uma dinâmica interna e externa, granjeou credibilidade, competência, qualidade e, sobretudo, é um partido que está constituído por pessoas que estão na política para servir a causa pública e não para se servirem como sucedeu com o PSD nestes últimos 36 anos. Os madeirenses podem estar seguros que o CDS é um Porto Seguro, prima pelos valores na política e, sobretudo irá propor uma Lei da Transparência na ALR. Prometemos e cumprimos, temos esperança no nosso povo e acreditamos que o futuro irá mudar para melhor, mas com outros protagonistas na governação regional.

Lopes da Fonseca