Sérgio Santos Como o dinheiro não chega foi criado na diocese aquilo que grotescamente é chamado pelo bispo estruturas de comunhão, os conselhos ecónomicos. Mas não há bela sem senão!. Como tenho uma irmã mais devota do padre do que da família e que pertence também agora a esse conselho ecónomico vive agora preocupada porque o banco disse-lhe que também fica responsável pelas contas da paróquia juntamente com todos os membros que assinaram as fichas bancárias e por isso mesmo terá que responder com os seus bens por qualquer dívida da paróquia. Fiquei indignado pedi-lhe os estatutos, que lá conseguiu junto do padre, e fui ao advogado que leu os estatutos e ficou incrédulo e me informou que a nomeação do bispo D. António Carrilho responsabiliza os membros que assinam a conta da paróquia no banco e iliba a diocese de qualquer responsabilidade. Perante esta realidade não há dúvida que isto é um bom presente envenado da diocese para os leigos e para libertar os bispos de qualquer responsabilidade financeiras das paróquias. Deixo o meu alerta às pessoas de bem que não acreditem em tudo o que os padres dizem porque no dia em que não chegar o dinheiro do governo para as igrejas ou faltar dos que ainda que dão nas missas serão eles que terão que pagar as dívidas da paróquia ao banco e as contas da manuntenção da igreja. Como hoje não se pode confiar na igreja, basta o exemplo do Jornal da Madeira, ou então ver a TV e ler as notícias, antes de assinarem documentos que impõe responsabilidade consultem um advogado e peçam esclarecimentos e não fiquem pelo conto do vigário. O dinheiro termimou, a vaquinha secou e pelo que se leu na carta a "diocese e o dinheiro" também esta está a secar, com as taxas as igrejas porque está a ficar sem dinheiro e porque o tempo do governo pagar todo está no fim isto vai ser uma aflição!