Os argumentos contra o CINM estariam ultrapassados se fosse vencida a barreira da comunicação e se o Centro se tornasse um factor de consenso nacional e não apenas um desígnio regional. Esta foi a principal conclusão de uma das rondas do ‘world café’ sobre o Centro Internacional de Negócios da Madeira.

No debate da questão ‘Os principais argumentos contra a existência do CINM estão devidamente vencidos e agora é mais defensável do que nunca?’, as opiniões dividiram-se. Como referiu o porta-voz do painel, Bruno Afonso, "há quem diga que sim... e há quem diga que não". Uma divisão de posições que resulta de diferentes perspectivas em relação à forma como a praça deverá ser defendida, sobretudo ao nível nacional. "o CINM deveria ser um elemento de consenso nacional e não só regional", referiu o porta-voz da mesa.