João Sousa Estamos a assistir a notícias terríveis e tristes na nossa região. Existem muitos desesperados. Muitos madeirenses estão a passar fome. Austeridade em cima de austeridade, só para os pobres, onde o PSD mentiu nas campanhas eleitorais, dizendo "não à austeridade, não à pobreza, não às taxas moderadoras, não ao aumento de impostos, não aor desemprego" e "a Madeira primeiro, sim à Madeira, Açores incompetente". Afinal os Açores têm um custo de vida melhor do que os madeirenses com o governo PS. Parabéns ao Dr. Carlos César. Os madeirenses ficaram enterrados neste pântano de mentiras, e eles escondem-se pensando que passam despercebidos com a mesma estratégia de sempre, alimentando ilusões ao povo, com joguinhos de palavras, inaugurar tesos para iludir o povo, e assim vão provocando o desespero da população. Andam nas portas das igrejas a atirar as culpas ao continente. Deixem o continente em paz e de chamar "cachorros" aos que levantam a voz à porta da igreja em sinal de descontentamento. Estes 'pintainhos de laranja' escondem-se debaixo do tapete. Tenham vergonha e assumam as vossas responsabilidades em vez de atirarem pedras aos outros. Este governo regional que negou pobreza quer agora "reivindicar"? Porque é que não se põe fim ao Jornal da Madeira, que foi multado em 2000€ pela violação da lei de imprensa? Ficaremos livres da vergonha que mergulha em cada edição, que só dá o ego a meia-dúzia e ao PSD, e ofende uma larga maioria dos madeirenses! Porque é que não se corta no jackpot dos partidos? Cortes no salário dos governantes e regalias que os políticos auferem, pois devem ter apenas o que os restantes trabalhadores têm direito! Tantos que enriqueceram à custa da política, e não se preocupam com o bem das pessoas. Até quando suporta o povo esta gente? Impostos e taxas moderadoras? Nem as escolas escapam. Crianças sem refeições! Adivinham-se sofrimentos terríveis, fome, pobreza, desemprego, emigração, insegurança das pessoas, injustiças contra o povo. O povo tem de vir para a rua manifestar-se pacificamente. Chega de nos considerar "burros e totós". Chega de prometer milagres à porta das igrejas, pois duvido muito que sejam católicos. Perderam há muito tempo a palavra de honra. Quem se ouve ser chamado de "cachorro" olha para essa matilha e diz "já foste, és o elo mais fraco!".