Zita Cardoso Venho esclarecer as provocações publicas ou entre dentes e olhares que se prendem com a recente noticia de uma penhora a Associação Comercial e industrial de Machico que foi motivada pela recusa em concluir um curso de turismo rural cuja entidade regional de formação profissional assim o entendeu . As razoes prendem-se com o mesmo não ter acabado em dezembro de 2009 mas sim dois meses depois e pouca assiduidade dos formandos pois dezembro foi um mês alto para estes alunos. Acresce que a e entidade formadora já estava a passar dificuldades em recrutar formadores e o valor dos 9800 euros foram para pagar os alunos e os formadores, alguns deles nem receberam as suas horas de trabalho. Dois anos depois essa verba já não existe nem nas sanitas. Passados estes dois anos o processo da entidade RUMOS que quanto a mim deve estar seca, foi entregue a entidade finanças para executar o pedido de penhora. De imediato 3 dirigentes da ACIM dirigiram-se aos respectivos serviços para negociar a entrega voluntária dos computadores usados pela formação. Tudo por escrito. O jurista da ACIM ilustre advogado Dr. Artur Baptista tratou da impugnação e quitação da mesma, articulando a ACIM ser entidade publica e ao ab do art. 832 do CPC não ser penhorável, teria de haver adjudicação publica , a correspondência teria de ir para a instituição, ninguém pode ser a revelia nomeada fiel depositaria nem das campas do cemitério, etc. etc. NADA FOI aceite nem respondido. Agora os compradores já não quiseram os computadores só levaram 2 e 5 armários de portas desengonçadas. Compraram nabos num saco. Tenho penas das funcionarias que coitadinhas foram apanhadas pela TV. Teremos de ter uma TV regional todos os dias 24h para acompanhar estes serviços. O filme foi fulminante. Nesta CABALA está sempre os meus detractores que os conheço e são conhecidos publicamente e localmente: bajuladores do poder , lordoses e escolioses no corpo para lhes dar estatuto , armados em novos ricos tesos e penhorados, mas se ao longo de 15 anos não me derrotaram não É agora depois de ter resistido a tudo iria estar de braços abertos a pactuar com assuntos que se tratam jurídica e administrativamente e não defender o património dos comerciantes deste Concelho que é a sua sede, a sua dignidade a sua verticalidade. FORÇA para os novos corpos directivos. Estarei convosco nos momentos difíceis.