José Miguel Freitas Sousa Foram dias a fundo, difíceis de luta, no meio de trabalho de muita gente. Problemas nunca imaginados, dias desmotivados e assustados. Informações preocupantes. Muitas surpresas negativas. Por sua vez trouxeram conhecimentos e ultrapassagens. Preocupações de médicos e todos os funcionários. Já não sei bem quantos dias de emoções, preocupações, tristezas, mas, isto jamais me esquecerá. Por todos vós que me cuidaram aqui no centro Hospitalar Dr. Nélio Mendonça, quer seja no atendimento de urgências no dia 14, quer no 8º andar na parte de Otorrino nos restantes dias lá instalado, que me deram força, tiveram ao meu lado, trataram-me bem, cumprimentos e conversas todas as manhãs, assistentes operacionais sempre bem-dispostas, sempre presentes quando as chamava. Isto são atos que por toda a desgraça que aconteça nós guardamos e relembramos aquilo que as pessoas fazem todos os dias por nós. São afetos, são dedicações, são “mimos” que se ganham, são amizades que se conquista, é entrega e dedicação. Na minha opinião são estas atitudes que temos que vos dar o valor, destacar e motivar. Sim, porque, todos os dias que olhava para vocês, dizia: (“Apesar da massada e do trabalho que têm, estas pessoas mostram-se sempre bem para quem tratam”). E isto não é obrigação, não é não terem outra coisa para fazer. É fazerem aquilo de que gostam. São atos da vossa parte que não é um dom de toda a gente. Por isso no meu nome e dos meus familiares e amigos, queremos agradecer a todos (desde médicos de Otorrino e Neurologia, aos enfermeiros, assistentes operacionais, do 8º andar de otorrino, cozinheiros, todos vós) o vosso empenho e dedicação da vossa parte e, por todo o resto em relação ao que fizeram por mim. Sem saber muito mais o que dizer, um sincero grande agradecimento por tudo, a todos. Que continuem assim e que pela minha fraca tentação, todos aqueles que vocês receberem para tratar, possam vos motivar como eu tentei. Nunca me esquecerei pelo que aqui passei nesta minha “ 2ª Família ”. Um sincero OBRIGADO a todos os que trabalham neste Hospital da RAM. Espero que aceitem a minha gratificação. As minhas desculpas por no dia 24/04/12, no texto que saiu nas cartas do leitor, na página 10, no canto esquerdo, não ter mencionado o local onde estive a ser tratado, nem ter referido especificamente as pessoas do andar onde estive.
“Não é preciso mostrar beleza aos cegos, nem dizer verdade aos surdos. Basta não mentir para quem te escuta, nem dececionar os olhos de quem te vê.”