José Edgar Marques Da Silva Tornou-se hábito por apego ao poder, pelo gosto que lhe tomou, a demasia permanência do homem e do politico, tanto no PSD-M como no GR, à frente de tudo e de todos; poderia ter alternado entre um e outro, mais "soft" bastava um "arranjinho regional, do tipo Putin e Medevedev"; mas mandar a duas velocidades, é coisa demasiado boa, é poder absoluto, sobre tudo e todos: habituou-se a desmandar e a mandar, sem oposição, até com demasia subserviência, a dita cereja em cima do bolo, que o incentivou a ficar, e a permanecer, até ser aquilo que é hoje: um empecilho ao qual ninguém dentro do "rachado partido" e no desgovernado Governo se atreve a contrariar. Nesta epopeia de que começou com Delfins, com homéricas historietas de sucessões, em devaneios episódios de saídas e recandidaturas, ora que agora surge um "vil desafiador", o mesmo que faz despontar "heróis ajoelhados" a apresentar candidaturas ao cargo do chefe, prometendo eterna vassalagem e poder eterno ao líder supremo, pois é de considerar a sua experiência, mesmo quando ele a desconsiderou, quando a outros indicou a porta dos fundos do poder, para sair, á mínima agressão ao seu absoluto poder; construindo assim aquilo que hoje é: um empecilho, "uma pedra no sapato", a quem ninguém ousa, ainda contrariar, nem mesmo os "Coelhos nem Patos" da metrópole fartos das quezílias e patetices dignas de um Dom Quixote e do seu fiel Sancho Pança do império perdido da "Macaronésia". Moinhos de vento e dinheiro ao vento, foi o que em demasia existiu no ilhéu, ficando os vilões agora de tanga, tapando o "José" com uma folhinha de couve, por imposição de um programa de assistência financeira, que apenas serve para assistir os mesmos, aqueles que cavaram o buraco, serviram-se dele, e agora atiram e o entopem com sacrifícios direccionados apenas para a plebe, está provado que permanecer no poder só estorva, atravanca, empecilha. É um dos males da democracia demasiadas "reeleições", da qual nem o Império Romano sofria pois a cicuta resolvia, e abatia a formação de empecilhos na politica e na governação do império; terá de ser a nossa constituição e a moralização dos cargos políticos, a aplicar a "cicutização" da génese de empecilhos, no governo e nos partidos, tornando igual, aquilo que o poder tornou diferente: aproximar governados de governantes, onde o crime e o castigo sejam aplicados de forma igual, sem imunidades nem impunidades, pois só assim a democracia honrará o seu nome e o Homem governará os Homens sem cair na tentação de se julgar ou um Deus ou um empecilho. Espera-se que do congresso do PSD-M nasça um líder e não mais um empecilho, e que esse mesmo líder saiba prevenir a génese de futuros empecilhos, pois eles abundam entre as fileiras de zombies, uma pesada herança, que qualquer empecilho deixa sempre. Agora inclusive quer controlar os novos militantes, simplesmente anedótico...