C. S. O boato é das atitudes mais desprezíveis que existem. Não só porque é mentira, mas também porque é cobarde. O boato surgiu provavelmente com o primeiro ser humano frustrado, insignificante e sem metas na vida, que numa manobra desesperada de tentar sentir-se 'gente', decidiu tentar interferir da vida dos restantes. E reparem que o sadismo e a inveja também têm uma quota parte da génese dum boato. Já ouviram algum boato que tenha um bom fundo: um acontecimento muito feliz, dizer bem de alguém, etc? Claro que não. Os boatos anunciam desgraça, morte, doença e maldizer, elementos que formam a razão de viver dos insignificantes seres que os inventam. Os boatos, que antigamente eram passados de boca em boca pelas mesquinhas 'bilhardeiras e bilhardeiros' que não tinham 'mais que fazer', nesta época de tecnologia vicejam na Internet. Todos os dias recebemos emails que afirmam situações falsas, algumas graves, em especial quando diz respeito à saúde das pessoas. Se por um lado reconhecemos a pequenez e a 'nojência' do boato e o quanto são desprezíveis os seus autores, temos de convir que os boatos cedo morreriam sem a mão daqueles que conscientemente ou não lhes dão asas para que cheguem a cada vez mais pessoas. Nas épocas em que a nada de extraordinário acontece, os doentios boateiros dedicam-se ao boato maldizente sobre pessoas de quem, normalmente, têm inveja. Inventam-lhes amantes, desonestidades, doenças, mortes até (sobre quantas pessoas que estão 'vivinhas da silva' já correu o boato de que tinham morrido?); mas é nas épocas de tragédia que os boateiros se sentem realmente vivos. Por favor, deixem de alimentar boatos, vivam a vida e não se deixem influenciar por estes invejosos e inimigos da Madeira. Não se esqueçam se essa rede de supermercados fechar como tanto "agoiram" levará para o desemprego milhares e milhares de pessoas e será uma catástrofe humanitária na nossa querida Madeira!!!