Rita Gomes Venho por este meio mostrar o meu desagrado e o de muitas esposas de funcionários da Empresa de Segurança PROVISE. Como é possível todos os meses o meu marido receber o ordenado quando a entidade patronal quer e bem entende? Horas extras pagas com três meses de atraso e pagas fora da lei, trabalho de doze, catoze horas seguidas sem subsidio extra e a valores irrisórios. Quando o meu marido vai se informar à Inspecção, a mesma responde que deu um prazo para pagamento. Será que os meus empréstimos tambem têm prazos alargados? Por amor de Deus não brinquem com os funcionários, nós precisamos da Entidade Patronal, mas ela tambem precisa de nós. Será que ninguem compreende isso? Se não comparecermos ao serviço de certeza teremos um processo disciplinar à perna, mas atrasos no pagamento até fica bem. Esta carta só serve para alertar as Entidades Competentes para que façam algo. Não vivemos do ar. A crise paga muita coisa.