M. Teixeira Curioso no mínimo, as diferenças gritantes entre a austeridade imposta ao povinho e os políticos, únicos e exclusivos causadores do colapso de Portugal e da Madeira. Ao povinho corta-se tudo, até o impensável, falta de medicamentos para tratamento oncológico, no entanto adquiriram viaturas topo de gama, para essa cambada de vadios; povinho mais cortes no vencimento com novas tabelas de IRS; políticos, como se sabe, 1.º ministro com 11 motoristas, deverá ser um para cada dia da semana e os que sobram, suplentes, mais, o anterior ministro da Defesa e mais alguns gatunos, tinham nada menos que 10.000 euros/mês para gastos (?). Muito mais poderia enumerar de casos inéditos e só possível num País de corruptos e aldrabões. Na Região continua o regabofe dos dinheiros públicos; subsídios para os clubes; continuação do impensável e anedótica, construção do porto; ribeiras com obras simplesmente de pasmar de tamanha asneira; reflorestação, após a criminoso corte de milhares de eucaliptos que sustentavam as arribas das ribeiras, por um iluminado que descobriu as árvores há meia dúzia de anos, em risco iminente de colapso (ver Fundoa). Continua o roubo de 4 milhões para o pasquim Jornal da Madeira; continua a espera de habitação condigna, muitas famílias atingidas pelo 20 de Fevereiro, onde o licenciamento por parte da Câmara tem de ser assumido pelos responsáveis; continua um armazém dentro da ribeira da Tabua; resumindo, continua o reinado da estupidez por um iluminado que já deveria estar a prestar contas de tanta asneira e delapidação de dinheiros públicos aos interesses de meia dúzia. Até já tem direito a várias páginas num conceituado diário francês, onde aplaudem a grande obra do UI? Até quando?